Alfama
25 milhões para terminal de cruzeiros
Carrinhas Funebres impedidas de entrar em Alfama
Moradores revoltados com avarias e abusos
A culpa é da Empresa Municipal de Estacionamento de Lisboa (EMEL), cujos funcionários "deixam passar pessoas que não são de cá", queixa-se este residente que, para evitar perder tempo à procura de lugar, opta por deixar o seu automóvel no local de trabalho. "Ao fim-de-semana põem o pino no automático e qualquer carro chega aqui e entra", diz apontando para o posto de controlo instalado ao fundo da sua rua.
A EMEL admite, em respostas escritas enviadas ao Cidades, que até aqui "era concedida uma grande discricionariedade aos operadores do sistema, o que muitas vezes provocava atritos com os utentes". Tentando acabar com o problema, a empresa introduziu recentemente o cartão Viva Viagem Bairros Históricos, "um meio de acesso que evita o contacto com o operador". O cartão é recarregável e custa 25 euros, sendo-lhe descontado um determinado valor sempre que o seu utilizador deixa o carro parado no interior de um bairro histórico por mais do que meia hora.
Uma solução que de nada servirá para acabar com um outro problema de que se queixam outros moradores, especialmente de Alfama, segundo quem os pilaretes nas entradas e saídas do bairro estão frequentemente em baixo, permitindo o livre acesso a áreas supostamente condicionadas. "Há uma série de semanas que a entrada na Rua do Barão está escancarada e, nas raras ocasiões em que isso não acontece, assim que um carro se aproxima o pilarete baixa imediatamente mesmo que não se tenha identificador", acusa um residente que pediu para não ser identificado e que está de malas feitas para abandonar o bairro, devido à carência de estacionamento e aos constantes assaltos às suas viaturas.
Na quarta-feira passada tanto essa entrada como a da Calçada de S. Vicente estavam abertas para quem quisesse entrar, acontecendo o mesmo com a saída da Rua Cruzes da Sé, na qual vários moradores garantem que é comum ver carros a circular em marcha-atrás para aceder ao bairro. Uma situação que contribui para a notória falta de lugares de estacionamento no interior da zona condicionada de Alfama, que é também agravada pela profusão na via pública de andaimes ferrugentos que amparam edifícios esventrados.
Para atenuar essa realidade, a EMEL oferece avenças mensais nos parques das Portas do Sol (por 50 euros para 24 horas) e da Calçada do Combro (por 78,2 euros para 24 horas), mas o parque que serve o Bairro Alto e a Bica não tem neste momento avenças disponíveis, existindo uma lista de espera.
A empresa admitiu também que, como contestam alguns moradores e presidentes de juntas de freguesia, algumas das cedências de lugares acordadas com terceiros quando o acesso aos bairros foi condicionado deixaram de existir, por exemplo com o Patriarcado de Lisboa e a Escola Superior de Dança.
Apesar destas deficiências, Eduardo Balsa, residente que integra a Associação do Património e da População de Alfama, encontra vantagens no sistema introduzido há quase sete anos. "Antes isto estava cheio de carros até ao tutano. Não se conseguia andar sem tropeçar num carro", lembra, constatando que agora até "há mais crianças a brincar na rua".
In Público
Mais de metade dos edifícios de Santo Estevão tem entre 65 e 90 anos
In Destak
Número de prédios devolutos em Alfama está por contabilizar
Ladra Alternativa em Alfama
Imagens da maratona de Alfama
Terramoto de 1755
Inundação no Beco do Mexias
Exemplo do que umas chuvas podem fazer no bairro de Alfama. Existem poucas sargetas e muitas vezes estão intupidas. Alfama precisa que olhem por ela.
António Costa quer fazer emprestimo para reabilitação urbana
No ultimo mandato, essa proposta foi recusada na Assembleia Municipal, conforme foi dito neste blog aqui.
Talvez com a maioria na assembleia essa proposta seja validada. De referir que a oposição recusou pois pretendia ter o empréstimo para os túneis que ia inventar.
Resultados eleitorais no bairro de alfama
PS - 50,23% - 429 Votos - 6 ELEITOS
PCP /PEV - 24,24% - 213 Votos - 2 ELEITOS
PSD / CDS /MPT /PPM - 16,16% - 138 votos - 1 ELEITO
BE - 4,68% - 40 Votos
Freguesia da Sé:
PSD / CDS /MPT /PPM - 55,05% - 354 votos - 6 ELEITOS
PS - 26,44% - 170 Votos - 3 ELEITOS
PCP /PEV - 8,71% - 56 Votos
BE - 4,82% - 31 Votos
Freguesia de Santo Estevão:
PCP /PEV - 39,42% - 436 Votos - 4 ELEITOS
PS - 32,55% - 360 Votos - 3 ELEITOS
PSD / CDS /MPT /PPM - 18,63% - 206 votos - 2 ELEITOS
BE - 5,88% - 65 Votos
O bairro de Alfama consegue ter 3 freguesias e 3 presidentes de junta com cores politicas diferentes. Para os eleitos apenas posso desejar que executem bem o seu mandato em nome de que os elegeu e em nome de todos os moradores do bairro e dos que gostam do bairro.
AMÁLIA RODRIGUES CANTA "O FADO DE CADA UM"
Bem pensado
Todos temos nosso fado
E quem nasce malfadado,
Melhor fado não terá!
Fado é sorte
E do berço até a morte,
Ninguém foge, por mais forte
Ao destino que Deus dá!
No meu fado amargurado
A sina minha
Bem clara se revelou
Pois cantando
Seja quem for adivinha
Na minha voz soluçando
Que eu finjo ser quem não sou!
Bom seria poder um dia
Trocar-te o fado
Por outro fado qualquer
Mas a gente
Já traz o fado marcado
E nenhum mais inclemente
Do que este de ser mulher!
O Fado por Paulo A. E. Borges
Pequeno documentário sobre Alfama
Documentário de Rick Steves. Está em inglês mas vale a pena ver como existem estrangeiros que adoram o que nós temos.
Argentina Santos vitima de um AVC

A fadista encontrava-se no sábado na sua Casa de Fados, A Parreirinha de Alfama, quando desmaiou e entrou em coma.
"Apanhámos um grande susto, mas já passou." Foi nestes termos que Carlos do Carmo se referiu ao AVC que terá estado na origem do desmaio seguido do coma de que foi vítima a fadista Argentina Santos, de 83 anos, anteontem à noite, e que obrigou ao seu internamento no Hospital de São José, em Lisboa.
A fadista encontrava-se no sábado na sua Casa de Fados, A Parreirinha de Alfama, quando desmaiou e entrou em coma. Foi conduzida rapidamente para o Hospital de São José, onde, segundo Carlos do Carmo, "foi muito bem tratada". Ontem à tarde acordou: "Foi como se tivesse acordado de um sono profundo e ainda bem. Ela é a minha menina."
Argentina Santos, considerada uma das últimas divas do fado castiço, nasceu no bairro da Mouraria, onde tem uma rua com o seu nome.
Ao contrário da maioria dos fadistas começou a cantar tarde, aos 24 anos, no restaurante que abriu em 1950, A Parreirinha de Alfama. Com os anos, e graças aos dotes vocais da fadista mas também aos culinários, a Parreirinha tornou-se um espaço de referência do fado mais tradicional.
Desde que gravou o seu primeiro disco, em 1960, Argentina Santos tem tido uma carreira cheia de êxitos, entre os quais os inesquecíveis ‘Duas Santas’ e ‘Juras’.
Realizou várias tournées internacionais e é patrona da Academia do Fado em Racanati, Itália, que inaugurou. Em 2005 foi galardoada com o Prémio Amália Rodrigues, que consagra a sua carreira.
Fonte hospitalar confirmou que Argentina Santos estava a recuperar bem, mas recusou adiantar mais pormenores. A sua saída do hospital irá agora depender "de decisão médica". Ontem, A Parreirinha de Alfama esteve fechada.
in Portal do fado
Alfama recebe animação de rua para todos os gostos
A ideia partiu de Frederico Carvalho, morador e fã confesso do bairro: "Estava à conversa com amigos sobre eventos que começaram do nada e que se tornaram tradição, como é o caso da Tomatina , em Espanha. Porque não fazer algo que também dinamize Alfama?".
A ideia pegou e, com divulgação boca-a-boca, chegaram propostas dos mais diversos artistas anónimos. "Desde fadistas a instrumentistas de música do mundo, como a cuíca, o charango, o bandolim, o santur iraniano, o darbuka, o didgeridoo e ainda o clarinete ou o saxofone... Há muita gente a querer participar".
O evento, que terá periodicidade mensal, decorrerá sempre na última sexta-feira de cada mês, pelas 21h00. Enquanto o calor durar, o Largo de São Miguel é o local eleito para receber a festa. Quando chegar a chuva e o frio a iniciativa passa para as instalações da Associação Recreativa "O Adicense", um dos marcos daquele que é um dos mais típicos bairros de Lisboa.
O Chafariz de Dentro
Tal designação, por mais de uma vez se tem prestado a confusões, pois um outro, com o mesmo nome, teve também a sua importância na história da cidade. Foi e continua a ser frequente a confusão entre os dois chafarizes em algumas publicações mais generalistas ou pela pena de autores menos escrupulosos e Castilho sentiu necessidade de esclarecer que o Chafariz dos Cavalos citado por Fernão Lopes, Damião de Góis e na Carta Régia de 2 de Maio de 1494 é aquele mesmo que hoje conhecemos por Chafariz de Dentro, nome que terá adquirido depois da construção da Muralha Fernandina.
Ora n’esse lanço isolado da muralha abria-se uma porta,
composta de dois arcos muito chegados um ao outro, segundo se
vê na estampa de Braunio, sob o n.º 72, e ahi designada pelo nome
de Porta do chafariz dos cavallos.
assignalam o mesmo chafariz. Provas? Ellas aqui vão:
1.ª – Na estampa acabada de citar, essa porta, collocada
mesmo em frente do chafariz, o qual lá se vê muito bem com os
seus tanques, chama-se, como disse, do chafariz dos Cavallos,
ficando elle no sitio exacto do nosso chafariz de Dentro.
2.ª – Ha uma carta d’el-Rei D. João II ao Senado da Câmara
de Lisboa, em 9 de Maiode 1944, datada de Almeirim, em que,
insistindo o Soberano para se fazerem certos arranjos, e
modificações, no chafariz dos Cavallos, assegura que o sitio não
ficará pejado com os novos tanques que ele projecta, para
lavagem e aguada, «e fica rrua asaz, e limpa, pª seruidam e
prosiçam da festa dos pescadores».
Essa procissão era a dos pescadores de Alfama, tão
encarecida por Frei Nicolau de Oliveira, procissão que sahia de
Santo Esp’rito de Alfama, ermida que, segundo acima notei, lá
esta no principio da rua dos Remédios, bem próxima ao mesquinho
largo onde fica o nosso chafariz de Dentro.
3.ª – Quando o autor das Grandezas de Lisboa descreve os
varios montes da Cidade, diz que o Monte de S. Vicente desce
«pelo Salvador a baixo, e vae fenecer no chafariz dos Cavallos;
fenece exactamente no chafariz de Dentro.
Querem marcação mais clara?A mudança de designação, obviamente, apenas terá acontecido após a construção da já referida muralha351 e, mais provavelmente, após a edificação do chafariz da Aguada, de lado de fora da dita que, por contraponto, era também por conhecido por Chafariz de Fora. Para Castilho: «Quando o povo começasse a dizer chafariz de Dentro, em vez de chafariz dos Cavallos, não é fácil fixar; essas mudanças vão tão subtis, que não há modo de achar o ponto de transição.»
Se não restam dúvidas que a actual designação do chafariz resulta de razão objectiva e que não admite grandes especulações, a sua anterior denominação de Chafariz dos Cavalos é ainda objecto de alguma polémica. Alguns defendem que este Chafariz dos Cavalos era assim designado, porque teria um tanque onde matariam a sede cavalos, muares e outras bestas. Porém, outros argumentam que era assim chamado em resultado de a sua água jorrar de bicas em forma de cabeça de cavalo.
A existência destas bicas é testemunhada, entre outros, por Damião de Góis, para quem, «(…) para os lados da Porta da Cruz, emerge uma outra fonte, ou, para melhor dizer, um tanque chamado [Chafariz] dos Cavalos, isto porque tem umas esculturas de cavalos cujos focinhos de bronze deitam jorros de água, formando, ao sair do tanque, uma espécie de riachos.» Estes cavalos com focinho de bronze seriam certamente os mesmos que, segundo Fernão Lopes354, os castelhanos às ordens de Henrique II, de Castela, em 1373, terminado o cerco à cidade de Lisboa, quiseram levar como troféu, o que só não conseguiram porque, astutamente, os lisboetas, precavendo a situação, as haviam retirado. Também dois viajantes venezianos, citados por Castilho, escreveram sobre o chafariz e os seus cavalos. Diz-nos Castilho:
E os viajantes venezianos Tron e Lippomani dizem em dias ’elRei D. Sebastião, seguindo Goes servilmente:
Para o lado da porta que chamam da Cruz ha outra fonte, ou antes lago, que denominam dos Cavallos, porque da bocca de alguns cavallos de metal sae tanta agua, que forma uma corrente a modo de ribeiro»
Poderia então considerar-se como definitivo terem sido essas famosas e épicas bicas a razão deste ser chamado Chafariz dos Cavalos. Porém, e todos os outros também conhecidos pela mesma denominação, que não tinham bicas com esse formato Aceitamos como válidas ambas as proposições, no que aliás não diferimos de Eduardo
Freire de Oliveira que salomonicamente afirmava:
É possivel que no chafariz de Dentro primitivamente existissem os cavallos d’arame a que Fernão Lopes e Duarte Nunes alludem, e que fôsse esta a causa de lhe chamarem chafariz dos Cavallos; mas póde muito bem succeder que nada d’isto assim fosse, e que a denominação de chafariz dos Cavallos dada quer a um quer a outro dos referidos chafarizes, proviesse d’estes terem tanques destinados para o gado beber agua. É talvez o mais provável.
Quando foi construído este chafariz, ninguém pode afirmá-lo. As referências mais antigas datam, de acordo com Augusto Vieira da Silva, ao remotíssimo ano de 1285.
Contudo, talvez o documento mais conhecido que se refere ao Chafariz de Dentro seja a Carta Régia de 2 de Maio de 1494. Este interessante texto é bem elucidativo quanto às preocupações do soberano (D. João II) com as pequenas obras que, criteriosamente, levadas a cabo muito poderiam melhorar as condições de vida dos seus súbditos. Vejamos então o conteúdo da referida carta:
Equamto ao que per a outra carta dizees e apomtaes os
imcomveniemtes, que se podem seguir, acerca do que leixamos
hordenado que se fezese no chafariz do caualos e no lauatorio das
molheres, a nos pareçe todo o contrairo, por que nos o vimos muy
bem pr nos, e com ofiçiaes e pesoas que o bem emtemdiam,
achamos que tudo se podia muy bem fazer, feito he cousa muy
proueytosa aa çidade e moradores della; pr que, segundo a
pimtura que dello fezemos, e o que falamos com pero vaaz, que de
tudo ficou muy bem emformado, acharees que, fazemdose asy a
rrepartiçam da augua pr as bicas, que hordenamos que se façam,
homde aguora se toma em as que estam trabalhosamente, podese
tomar nas outras bicas per moças muy pequenas, muy sem
trabalho. E mais, nos chafarizes pequenos, que se ham de fazer,
em que ha de cair a augua das ditas bicas, sempre ham destar
cheos, e quem nom quiser a augua tam limpa, asy como açacaaos
(aguadeiros) e outros semelhantes, podem neeles emcher seus
camtaros a seu prazer, E as bestas tem asaz chafariz em que
bebam; e asy pode virr ao chafariz em que lauam, e fica rrua asaz
e limpa pª seruidam da prosiçam da festa dos pescadores. E asy
comcludimos que nos parece que por estes rrespeitos e outros
muitos, q aquy sam escusados dapomtar, que esta obra sse deue
fazer como esta devisada, sallvo se vos outros quiserdes obrar do
custume que sempre teueram os offiçiaes desa cidade, que, como
allguem qr fazer allguua bemfeytoria, loguo a embarguavam, e vos
asy ho podees fazer. E pr q apomtaes que nam há hy drrº das
rrendas da cidade pª a despesa desta obra, Ruy lobo tem çem mill
Rs, de cabos de comtas, com esta obra e outras mais se pode fazer,
e certo nos Reçeberiamos comtemtameto e vos agradeçeryamos de,
com toda a deligemçia, esta cousa se fazer sem delongua.»
Continua…
In Memorias das Aguas de Alfama de Carlos Manuel Barros Martins Beirão de Oliveira
Tenda Marroquina em Alfama


O local escolhido para a abertura da Loja Pontos Étnicos - Tenda Marroquina foi Alfama junto ao Rio, na Rua Cais de Santarém, nº 30 (perto da Casa dos Bicos)
Alfama é das zonas com mais origens árabes em Lisboa, cujo nome deriva também do árabe al-hamma, que significa banhos ou fontes.
Os Pontos Étnicos - Tenda Marroquina terá à venda artigos marroquinos de decoração e de moda tais como:
- poufs em pele e tecido
- conjuntos de serviço de chás
- túnicas, calçado e malas
- conjuntos de pintura de Henna
- candeeiros e lanternas
- cerâmica variadas (tajines, potes, etc)
- espelhos de vários tipos (madeira, estanho, osso, etc..)
- tapetes bèrberes
- bijutaria em prata, osso e resina
- cosméticos tradicionais
- caixas em madeira Thuya
- e muito mais!
Sobre a abertura da loja Pontos Étnicos — Tenda Marroquina, Katia Amaro, mentora deste projecto refere que “A minha paixão pelo exótico e pela decoração e principalmente pelo artesanato marroquino, fez com que tomasse a decisão de abrir a loja e tentar trazer um pouco do artesanto e da cultura Marroquina para Portugal, e partilhar a minha paixão com mais pessoas.“
Kátia Amaro
Gerente dos Pontos Étnicos
Tlm.: 93 821 96 43
Pontos Étnicos
Rua Cais de Santarém, nº 30
1149-035 Lisboa
Telef./Fax: 21 888 6535
Petição "Salvem o Lusitano Clube de Alfama"

Os Peticionários
Assembleia Municipal de Lisboa inviabiliza empréstimo camarário para reabilitação urbana - Deputados do PSD, BE e CDS-PP abstiveram-se

III MARATONA DE FOTOGRAFIA DIGITAL

OS SENTIDOS DE ALFAMA
SÁB 4 JULHO 09 10h00 – 22h00
Passear em Alfama, percorrer as suas ruelas e becos, prende o nosso olhar fascinado pelo desequilíbrio dos edifícios, pela diversidade de estilos arquitectónicos, pela riqueza patrimonial. Mas também o nosso ouvido é invadido pelos sons do bairro, seja a música que sai de uma janela ou uma conversa animada entre vizinhos. O cheiro do peixe grelhado à porta de casa, o balde de água suja despejado na rua, as flores plantadas em vasos ou nos quintais improvisados, despertam-nos sensações agradáveis ou repulsivas. Por vezes o cheiro incentiva a experiência do gosto e as sardinhas assadas tornam-se irresistíveis… O passeio continua, enquanto sentimos o contraste da rugosidade das paredes em ruínas com a suavidade dos edifícios pintados de novo.
Alfama estimula todos os nossos sentidos e activa sensações e memórias para além do campo da visão. Assim, queremos proporcionar aos participantes na Maratona a oportunidade de viverem uma experiência multi-sensorial e desafiamo-los a utilizarem a fotografia não apenas como prolongamento do olhar, mas de todos os sentidos.
INSCRIÇÕES
de 15 Junho a 2 de Julho
PREÇO: 15€ (15-25 Junho) / 20€ (26 Junho-2 Julho)
http://www.app-alfama.org/
Podem consultar o regulamento aqui
Ou ver os premios aqui
Acerca de mim
- Helder Gomes da Silva
- Lisboa, Alfama, Portugal






